Conexões Tardias na mídia: os ecos das nossas relações invisíveis

Maio foi um mês de colher frutos e espalhar mensagens que considero fundamentais. Recebi recentemente o consolidado da minha assessoria de imprensa referente às publicações do último mês e não poderia estar mais grata.

Ver os temas centrais do meu romance, Conexões Tardias, ganhando espaço em diversos veículos de comunicação me mostra que estamos caminhando na direção certa. Mais do que apenas divulgar um livro, ver essas pautas alcançando diferentes públicos na mídia é ter a certeza de que a literatura possui o poder real de colocar uma lupa nos dramas invisíveis do nosso cotidiano.

Como a repercussão se espalhou por muitos canais, selecionei aqui um pequeno recorte com mais três publicações (além da matéria publicada no Jornal O Hoje) que ilustram bem os debates que promovemos ao longo do mês:

Em portais como o Sala da Notícia e o Mathias Notícia, conversamos sobre a urgência dos diálogos familiares, especialmente em momentos de grande turbulência.

Também abordamos o delicado e complexo equilíbrio entre o “cuidar” e o “soltar” nas relações entre mães e filhos — um limite tênue com o qual a maioria de nós esbarra ao longo da vida — em uma pauta especial que você pode conferir na íntegra no site do jornalista Anselmo Santana.

Ver a jornada da minha protagonista e os dilemas que estruturam o livro repercutindo em tantos espaços diferentes me faz perceber o quanto essas dores e aprendizados são universais. A ficção, no fim das contas, serve como esse espelho da nossa própria realidade.

Aproveito este espaço para abrir o diálogo com você que me acompanha por aqui: sobre qual desses temas — a comunicação familiar em meio a crises ou o desafio de criar filhos para o mundo — você gostaria que eu me aprofundasse nos próximos textos do blog?

Deixe a sua opinião aqui nos comentários. Vamos continuar esta conversa. 🖋️📖

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Cristina Padilha

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